terça-feira, 3 de novembro de 2009

REPRODUÇÃO NOS SERES VIVOS

Disciplina: Informática aplicada no ensino de Ciências e Matemática

Professora: Kellen

Alunos: Marcelo Silva

Cybelle Castro

Maria Alencar


REPRODUÇÃO NOS SERES VIVOS


A reprodução é uma característica fundamental dos seres vivos. Permitindo a formação de novos indivíduos, assegura a perpetuação das espécies e, consequentemente, a continuidade da vida no nosso planeta.

É através da reprodução que o material genético é transmitido de geração em geração, umas vezes mantendo as características, outras produzindo algumas alterações.

Para ultrapassar as incertezas do meio e assegurar a produção de novas gerações, a Natureza adoptou numerosas, e por vezes fantásticas, estratégias de reprodução, que globalmente se podem agrupar em dois processos básicos: reprodução assexuada e reprodução sexuada.

I – Reprodução Assexuada

A reprodução assexuada permite a formação de novos indivíduos a partir de um só progenitor, sem que haja a intervenção de células sexuais — os gâmetas. Deste modo, não há fecundação e, consequentemente, não ocorre formação do zigoto.

Neste tipo de reprodução, os descendentes desenvolvem-se a partir de uma célula ou de um conjunto de células do progenitor, pelo que todos os indivíduos são geneticamente iguais.

Assim, a partir de um só indivíduo podem formar-se numerosos indivíduos geneticamente idênticos, designando-se este agregado por clone. A produção destes indivíduos designa-se por clonagem. Todos os membros de um clone são geneticamente iguais e provêm de um só progenitor.

Muitos dos organismos que se reproduzem assexuadamente também o podem fazer sexuadamente, sempre que as condições do meio lhes sejam desfavoráveis. Esta capacidade permite-lhes ultrapassar o risco de extinção uma vez que a reprodução sexuada conduz à variabilidade genética e, consequentemente, a uma maior capacidade para ultrapassar a adversidade do meio ambiente. Os seres vivos em que os dois tipos de reprodução alternam periodicamente possuem alternância de gerações no seu ciclo de vida.

I I – Reprodução Sexuada

A reprodução sexuada está dependente da fecundação, ou seja, da união de duas células especializadas, denominadas gâmetas. Durante a fecundação ocorre a cariogamia, isto é, a fusão dos núcleos dos gâmetas. Desta união resulta uma célula chamada ovo ou zigoto que, por mitose sucessivas, origina um indivíduo com características resultantes da combinação genética dos gâmetas dos progenitores.

Como da fecundação tem de resultar um ovo diplóide, isto é, com o número normal de cromossomas da espécie (2n), é necessário que cada gâmeta seja haplóide, ou seja, tenha metade do número destes cromossomas (n). Por este fato os gâmetas são formados através de um tipo especial de divisão celular que se chama meiose.

A meiose é, então, um processo de divisão celular a partir do qual, uma célula diplóide (2n) origina quatro células haplóides (n), isto quer dizer que, as células-filhas apresentam metade do número de cromossomas da célula-mãe.

Cybelle Castro

http://pt.wikipedia.org/wiki/Reprodução

http://www.portalbrasil.net/educacao_seresvivos_caracteristicas.htm

Ciclo da Vida

Disciplina: Informática aplicada no ensino de Ciências e Matemática

Professora: Kellen

Alunos: Marcelo Silva

Cybelle Castro

Maria Alencar

CICLO DA VIDA

CONCEITO

Ciclo de vida - conjunto de transformações que podem passar os indivíduos de uma espécie para assegurar a sua continuidade. Sabemos que todo ser vivo nasce, cresce, se reproduz e morre. Essas definições se referem especificamente ao ciclo de vida do indivíduo, inclusivamente considerando o seu final com a morte. Outras se centram no processo de reprodução sexuada, apesar de referirem os ciclos de vida assexuados. Na realidade, conhecem-se variados tipos de ciclos de vida e, em muitos casos, existe alternância, ou mesmo coexistência no mesmo indivíduo, de gerações sexuadas e assexuadas. É através da reprodução sexuada que as espécies conseguem manter a variabilidade genética necessária à sua sobrevivência, não só através da troca de genes entre diferentes indivíduos.

O ciclo da vida. O carrossel da esperança. A ilusão da realidade


Nas Escrituras Sagradas, está escrito que há tempo
para tudo: plantar e colher, sorrir e chorar,
paz e guerra, dor e alegria, viver e morrer.

Quando perdemos alguém querido, nosso luto, dói,
corrói, faz com que as lágrimas venham e com elas a
lembranças... Lembranças da pessoa amada que não
está mais entre nós. Porém, como diamantes, jóias raras,
tesouros, ficam conosco os momentos bons e os
exemplos. Enfim, fica a vida resguardada, protegida da
morte, pelo amor que há em nossos corações.
Isso, ninguém nos pode tirar, levaremos sempre conosco
para onde formos e quando nós nos formos dessa vida.
Podemos ter plena certeza de que os que nos são
caros são parte integrante do que somos.

Quando, nossos amados se vão, vai com eles um pedaço
de nós, que renasce após o luto, em forma de esperança
e paz, na certeza de que a vida continua, o espetáculo de
todos os dias não pode parar: o sol nasce, a chuva cai,
o universo se sustém em perfeita ordem...

E o mais importante é saber que as misericórdias do
SENHOR, que não têm fim se renovam a cada manhã,
para que não sejamos consumidos e assim nossos
corações que batem um batido de dor se anima,
no tempo certo. E bate feliz, sabendo que
o ciclo da vida se cumpriu.


Autor(a): Maria Alencar Soares